Neto, m. f. de s. (2012), planos para o império. os planos de viação do segundo reinado (1869-1889), alameda, são paulo, 263 p., isbn 978-85-7939-119-4 Report as inadecuate




Neto, m. f. de s. (2012), planos para o império. os planos de viação do segundo reinado (1869-1889), alameda, são paulo, 263 p., isbn 978-85-7939-119-4 - Download this document for free, or read online. Document in PDF available to download.

Investigaciones Geográficas (Mx) 2013, (80)

Author: Larissa Alves de Lira

Source: http://www.redalyc.org/


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Investigaciones Geográficas (Mx) ISSN: 0188-4611 edito@igg.unam.mx Instituto de Geografía México Alves de Lira, Larissa Neto, M.
F.
de S.
(2012), Planos para o Império.
Os planos de viação do Segundo Reinado (18691889), Alameda, São Paulo, 263 p., ISBN 978-85-7939-119-4 Investigaciones Geográficas (Mx), núm.
80, 2013, pp.
137-141 Instituto de Geografía Distrito Federal, México Disponible en: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=56926151012 Cómo citar el artículo Número completo Más información del artículo Página de la revista en redalyc.org Sistema de Información Científica Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Proyecto académico sin fines de lucro, desarrollado bajo la iniciativa de acceso abierto Neto, M.
F.
de S.
(2012), Planos para o Império.
Os planos de viação do Segundo Reinado (1869-1889), Alameda, São Paulo, 263 p., ISBN 978-85-7939-119-4 O livro aqui resenhado foi escrito como tese de doutorado, defendida em 2004 na Universidade de São Paulo (Brasil).
O autor, atualmente ocupando a cadeira de teoria e método em geografia da mesma universidade, iniciou seus estudos no estado do Ceará, migrando para as salas acadêmicas paulistanas em 1992, onde começou a desenvolver sua dissertação de mestrado intitulada “Senador Pompeu: um geógrafo do poder no Império do Brasil” (defendida em 1997).
O doutorado que dá título ao livro teve início em 2000 e, como se pode observar em sua trajetória intelectual, Manoel Fernandes desenvolve seus estudos preferindo abordar uma história que não esteja limitada às fronteiras disciplinares da geografia acadêmica. Com efeito, não foi a geração de Manoel que inaugurou os debates sobre a história da geografia no Brasil, mas das antigas gerações até a sua, existe uma diferença significativa de abordagem.
Muitos geógrafos, formados entre as décadas de 30 a 50, produziram comentários sobre a história da disciplina: Azevedo analisou ...





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