Potencial produtivo de madeira e palmito de uma floresta secundária de várzea baixa no estuário amazônico Reportar como inadecuado




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José Roberto Scolforo Soares ; João Ricardo Gama Vasconcellos ;Revista Árvore 2002, 26 (3)

Autor: Michelliny Bentes-Gama de Matos

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Revista Árvore ISSN: 0100-6762 r.arvore@ufv.br Universidade Federal de Viçosa Brasil Bentes-Gama de Matos, Michelliny; Scolforo Soares, José Roberto; Gama Vasconcellos, João Ricardo Potencial produtivo de madeira e palmito de uma floresta secundária de várzea baixa no Estuário Amazônico Revista Árvore, vol.
26, núm.
3, maio-junho, 2002, pp.
311-319 Universidade Federal de Viçosa Viçosa, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=48826306 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto 311 Potencial Produtivo de Madeira e Palmito de uma Floresta . POTENCIAL PRODUTIVO DE MADEIRA E PALMITO DE UMA FLORESTA SECUNDÁRIA DE VÁRZEA BAIXA NO ESTUÁRIO AMAZÔNICO1 Michelliny de Matos Bentes-Gama2, José Roberto Soares Scolforo3 e João Ricardo Vasconcellos Gama4 RESUMO - Este estudo teve como objetivos analisar a estrutura arbórea e valorar uma floresta secundária de várzea baixa.
A área de estudo está localizada na propriedade florestal da Exportadora de Madeiras do Pará Ltda.
- EMAPA, município de Afuá, Estado do Pará.
A área inventariada corresponde a 12,5 ha, onde foram medidos todos os espécimes arbóreos com DAP ≥ 15,0 cm.
Verificou-se a ocorrência de 73 espécies, que totalizaram 357,7 indivíduos-ha e área basal de 23,4 m2-ha.
As espécies mais importantes do ambiente estudado foram Virola surinamensis, Symphonia globulifera, Eschweilera coriacea, Pentaclethra macroloba e Astrocaryum murumuru.
Entre os grupos de uso foi verificado que as espécies não-comerciais apresentaram o maior número de toras comercializáveis (24,3 toras-ha), seguidas das espécies comerciais (16,2 toras-ha) e das potenciais (12,9 toras-ha).
A receita potencial de toras-ha foi de US$ 501,70 e a de palmito...





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