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Antíteses 2015, 8 16

Autor: Gilvan Ventura da Silva

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Antíteses ISSN: 1984-3356 hramirez1967@yahoo.com Universidade Estadual de Londrina Brasil Ventura da Silva, Gilvan Os limites da basileia segundo João Crisóstomo: reflexões sobre o tratado Uma comparação entre o rei e o monge Antíteses, vol.
8, núm.
16, julio-diciembre, 2015, pp.
131-148 Universidade Estadual de Londrina Londrina, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=193343476009 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto DOI: 10.5433-1984-3356.2015v8n16p130 Os limites da basileia segundo João Crisóstomo: reflexões sobre o tratado ´Uma comparação entre o rei e o monge´ The frailties of ‘basileia’ according to John Chrysostom: some remarks on the treatise ‘A comparison between a king and a monk’ Gilvan Ventura da Silva* RESUMO Vivendo numa sociedade confrontada amiúde pela ameaça dos persas e dos germanos, João Crisóstomo, ao contrário de seus antecessores, como Eusébio de Cesareia, não concebia o governo do basileus como dotado de qualquer significado religioso especial.
O Império Romano, para João, constituía apenas um governo de homens sobre homens resultante de uma eleição.
Um governo que, portanto, não se encontrava inscrito na ordem da natureza e nem tampouco comportava elementos místicos, sobrenaturais, visto estar sujeito à corrupção e à degenerescência.
Em suas obras, João raramente se refere ao Imperium Christianum e é bastante lacônico ao mencionar os soberanos de seu tempo, o que sugere certo desinteresse pelo tema.
Na realidade, o basileus não representava, segundo o autor, o modelo de cristão a ser imitado, distinção que caberia ao monge.
Tendo em vista estas considerações, temos por finalidade discutir as características do ofíc...





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