Protocolo de observação comportamental - proc: valores de referência para uma análise quantitativa Reportar como inadecuado




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Tatiane Cristina Pereira ; Jaime Luiz Zorzi ;Revista CEFAC 2012, 14 4

Autor: Simone Rocha de Vasconcellos Hage

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Revista CEFAC ISSN: 1516-1846 revistacefac@cefac.br Instituto Cefac Brasil Rocha de Vasconcellos Hage, Simone; Pereira, Tatiane Cristina; Zorzi, Jaime Luiz Protocolo de Observação Comportamental - PROC: valores de referência para uma análise quantitativa Revista CEFAC, vol.
14, núm.
4, julio-agosto, 2012, pp.
677-690 Instituto Cefac São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=169323218021 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto 677 PROTOCOLO DE OBSERVAÇÃO COMPORTAMENTAL – PROC: VALORES DE REFERÊNCIA PARA UMA ANÁLISE QUANTITATIVA Behavioral Observation Protocol: reference values for a quantitative analysis Simone Rocha de Vasconcellos Hage (1), Tatiane Cristina Pereira (2), Jaime Luiz Zorzi (3) RESUMO Objetivo: obter valores de referência para protocolo de observação comportamental (PROC) sobre o desenvolvimento de habilidades comunicativas e de esquemas simbólicos em crianças com desenvolvimento típico de linguagem.
Método: foram avaliadas 44 crianças entre 24 e 47 meses de ambos os gêneros, selecionadas em escolas de educação infantil, por meio de triagem do desenvolvimento global Denver II e questionário com os pais.
Todas as crianças foram filmadas durante 30 minutos em interação com um adulto em atividade envolvendo brinquedos.
As gravações foram analisadas por meio do PROC.
A análise estatística descreveu valores de média, mediana, valores mínimos e máximos.
Foi utilizado o teste T de Student para comparação das idades.
Resultados: nas habilidades comunicativas, as crianças do estudo mostraram evolução com a idade (média para três e dois anos, respectivamente: 58,12 e 51,44), apesar de não ter sido encontrada diferença estatisticamente signifi...





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