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Revista Brasileira do Caribe 2006, VII 13

Autor: Efraín Rodriguez Santana

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Revista Brasileira do Caribe ISSN: 1518-6784 revista_brasileira_caribe@hotmail.com Universidade Federal de Goiás Brasil Rodriguez Santana, Efraín Gastón Baquero: La invención de una identidad Revista Brasileira do Caribe, vol.
VII, núm.
13, julio-diciembre, 2006, pp.
79-102 Universidade Federal de Goiás Goiânia, Brasil Disponible en: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=159113678004 Cómo citar el artículo Número completo Más información del artículo Página de la revista en redalyc.org Sistema de Información Científica Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Proyecto académico sin fines de lucro, desarrollado bajo la iniciativa de acceso abierto Gastón Baquero: La invención de una identidad Efraín Rodriguez Santana Resumo Gastón Baquero (1914-1997) é umas das vozes mais importantes da poesia cubana do século XX.
Integrante do grupo Orígenes, sua vida e consequentemente sua obra dividem-se muito claramente entre sua moradia na Ilha e seu exílio espanhol a partir do ano de 1959 até sua morte.
Este fato nos permitirá esboçar a relação permanente entre os temos Ilha e Diáspora como formas construtivas da literatura cubana –– sua identidade — desde seu nascimento até hoje.
Desde Heredia e Marti até chegar a Baquero e continuar com várias gerações de autores mais jovens, Cuba tem sido inventada uma e outra vez desde fora, conceito que Lezama Lima contrastava com o de resistência.
No caso de Baquero podemos observar como Cuba passa a ser uma entidade que o poeta leva por dentro e se recusa a fazer parte de uma natureza nostálgica.
A partir desta posição, poderíamos dizer conceito criativo, que Gaston Baquero se faz e refaz por meio de suas imagens e personagens poéticos universais.
Sua poesia esplendidamente discursiva participa de uma particular tropologia da história que vai do “real concreto ao real poetizado” e que incorpora uns dados biográficos que se fabulam no poema....





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