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Sociedade e Cultura 2013, 16 2

Autor: Ricardo Fabrino Mendonça

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Sociedade e Cultura ISSN: 1415-8566 brmpechincha@hotmail.com Universidade Federal de Goiás Brasil Fabrino Mendonça, Ricardo “O cheiro do ralo” e as contradições do capitalismo Sociedade e Cultura, vol.
16, núm.
2, julio-diciembre, 2013, pp.
351-361 Universidade Federal de Goiás Goiania, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=70332866011 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto “O cheiro do ralo” e as contradições do capitalismo Ricardo Fabrino Mendonça Doutor em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, Professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil ricardofabrino@hotmail.com Resumo Este texto busca discutir o filme “O cheiro do ralo”, a partir de alguns conceitos trabalhados no âmbito da teoria crítica contemporânea.
De forma bastante incisiva, o longa-metragem evidencia os limites e contradições de um mundo que objetificou singularidades, afetos e pessoas, sem saber como lidar com o retorno da dimensão não objetal dessas supostas coisas.
É essa contradição constitutiva que nos permite ter esperança na constatação de um mundo que se ressingulariza.
É essa mesma contradição, contudo, que nos sugere certo ceticismo em relação aos mesmos lampejos de singularização.
Baseando-se, sobretudo, nos escritos de Axel Honneth e Eva Illouz, a análise aponta para a complexidade da reificação, para sua variedade de manifestações e para a forma como ela atravessa a emergência do capitalismo afetivo. Palavras-chave: cinema e política, teoria crítica, reificação, capitalismo afetivo, Axel Honneth. “A vida é dura”, repete o protagonista de “O cheiro do ralo”.
A frase expressa bem algumas das...





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