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Lua Nova 2008, 75

Autor: John Dunn

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Lua Nova ISSN: 0102-6445 luanova@cedec.org.br Centro de Estudos de Cultura Contemporânea Brasil Dunn, John Revolução 2008-? Lua Nova, núm.
75, 2008, pp.
199-214 Centro de Estudos de Cultura Contemporânea São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=67313616009 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto REVOLUÇÃO 2008-?* John Dunn Quando se trata de revolução, a principal pergunta é em que medida esse conceito nos ajuda, ou impede de, compreender o que está politicamente em jogo e o que se pode produzir pela ação política em tempos e lugares específicos (Dunn, 2007).
Ninguém duvida de que tal categoria possa ser empregada de maneira extremamente vaga ou leviana. Desde 1789, o que essa categoria sofreu e promoveu já foi suficiente para mostrar que durante algum tempo ainda ela permanecerá em circulação em boa parte do mundo, seguindo cursos que, freqüentemente, pouco contribuem para esclarecer o que se passa nas situações às quais ela é aplicada.
Outros, e isso é bastante certo, por muito tempo abusaram flagrantemente dessa categoria e se empenharão ao máximo em continuar a fazer isso, em nome de finalidades políticas próprias formuladas com maior ou menor clareza.
É absolutamente menos claro, entretanto, até que ponto nós mesmos temos boas razões para agora empregá-la, e o que ela, de algum modo, nos permite entender ou o que * Traduzido por Plínio Dentzien.
Nossos agradecimentos à revisão de Eunice Ostrensky. Lua Nova, São Paulo, 75: 199-214, 2008 08121-LN75-meio_af5a.indd 199 2-10-09 12:53:38 PM Revolução 2008-? 200 não poderíamos entender, ou até mesmo conhecer a fundo, por meio de outras categorias de menor ambição epistemológica e meno...





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