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Ciência & Saúde Coletiva 2004, 9 2

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Ciência & Saúde Coletiva ISSN: 1413-8123 cecilia@claves.fiocruz.br Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Brasil DEBATEDORES Ciência & Saúde Coletiva, vol.
9, núm.
2, abril-junio, 2004, pp.
271-274 Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=63042999004 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto 271 Ciro Mortella 1 O trabalho parte do reconhecimento de que saúde leva ao desenvolvimento e não o contrário, minimizando a simultaneidade entre estado da saúde e estado da pobreza.
Seguem-se outros argumentos que apontam as razões para um esforço planetário pró-saúde: a) países ricos não pesquisam doenças dos pobres; b) a dificuldade de acesso dos menos favorecidos a medicamentos e a diagnósticos, apontando como responsáveis as falhas do mercado; c) a fuga de cérebros dos países pobres, entre outros pontos. A partir deste quadro, o autor justifica os objetivos – claramente meritórios – das Nações Unidas. Carlos Morel defende, então, políticas de pesquisa coordenadas com ações práticas, de maneira a maximizar a eficácia.
Como sugestão, propõe que a pesquisa faça parte da política nacional de saúde, ordenando-se, assim, prioridades, padrões de pesquisa e estímulos à investigação.
Critica a falta de aporte de recursos, no Brasil, mencionando que a maioria dos recursos para pesquisa é gerada internamente. Nesse sentido, sugere associação com o capital externo, inclusive para pesquisas estratégicas (comparadas com aquelas voltadas para o curto prazo).
Em seguida, trata de prioridades para pesquisa, mediante a categorização das doenças (em três categorias).
O texto ...





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