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Ciência & Saúde Coletiva 2009, 14 2

Autor: Michael Eduardo Reichenheim

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Ciência & Saúde Coletiva ISSN: 1413-8123 cecilia@claves.fiocruz.br Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Brasil Reichenheim, Michael Eduardo Considerações sobre o texto -Situação de crianças e adolescentes brasileiros em relação à saúde mental e à violência- Ciência & Saúde Coletiva, vol.
14, núm.
2, abril, 2009, pp.
365-369 Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=63013532005 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto de 30% não têm sequer programas nestas esferas e mais de 90% não têm políticas de saúde mental que incluam crianças e adolescentes.
Além disso, segundo relatório do DHHS nos Estados Unidos, em cada dez jovens com transtornos mentais, apenas um recebe tratamento.
É provável que em regiões em desenvolvimento como o Brasil, a situação seja ainda pior3. Os transtornos mentais e de comportamento na infância e adolescência têm um alto custo para a sociedade, tanto em termos financeiros como sociais.
Mas como lidar com essa situação e qual a realidade dos serviços disponíveis para dar conta das necessidades dessa população? É verdade que alguns avanços aconteceram na política de assistência às crianças e adolescente, mas a disponibilidade dos serviços ainda está muito aquém do necessário. Em 2004, o Ministério da Saúde instituiu o Fórum Nacional de Saúde Mental Infanto-Juvenil (Portaria no 1.608-2004), uma tentativa de instituir uma política pública de saúde mental para este grupo.
Desde então, o fórum vem discutindo questões relevantes como: a desinstitucionalização da clientela abrigada; estabelecimento e orientação de uma rede d...





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