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Ieda Teresinha Verreschi ;Revista Bioética 2008, 16 2

Autor: Edilma de Albuquerque Lins Barbosa

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=361533247002


Introducción



Revista Bioética ISSN: 1943-8042 bioetica@portalmedico.org.br Conselho Federal de Medicina Brasil de Albuquerque Lins Barbosa, Edilma; Verreschi, Ieda Teresinha Apresentação Revista Bioética, vol.
16, núm.
2, 2008, pp.
169-171 Conselho Federal de Medicina Brasília, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=361533247002 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Apresentação Trazer a nossos leitores um número sobre Bioética e Feminismo expressa não apenas o reconhecimento do Conselho Editorial da Revista Bioética a respeito da contribuição que os estudos de gênero, sob a perspectiva das mulheres, trouxeram para a reflexão e análise no campo da bioética, mas, especialmente, a contribuição que o próprio feminismo, como movimento social proporcionou à vida de homens e mulheres ao longo do século XX. Embora a consolidação dessas transformações na maneira como a sociedade percebe as mulheres ainda esteja em curso, já é inegável que, atualmente, as mulheres vêm conquistando o direito de decidir sobre sua vida, como atesta a Conselheira Edilma de Albuquerque Lins Barbosa, representante no CFM do Estado de Alagoas: “O domínio do homem sobre a mulher baseou-se na perspectiva androcêntrica, que lhe concedia papel secundário na dinâmica social, classificando-a como inferior.
Essa visão, que qualificava a mulher de pecadora e tentadora por ‘natureza’ (leia-se objeto sexual), perdura até os dias de hoje em diversas sociedades, nas quais fatores históricos, culturais, sócioeconômicos e religiosos coadunam-se na construção de padrões de comportamento desiguais para cada um dos sexos.
Esses padrões faziam parte (ou o fazem ainda hoje) do imaginário social sobre as relaç...





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