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Revista Bioética 2008, 16 2

Autor: Clóvis Francisco Constantino

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=361533247001


Introducción



Revista Bioética ISSN: 1943-8042 bioetica@portalmedico.org.br Conselho Federal de Medicina Brasil Constantino, Clóvis Francisco Editorial Revista Bioética, vol.
16, núm.
2, 2008, p.
167 Conselho Federal de Medicina Brasília, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=361533247001 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Editorial Se há registros de sociedades nas quais o poder foi compartilhado de forma mais igualitária entre homens e mulheres desde a Antiguidade, somente nos últimos 120 anos que essa circunstância passou, efetivamente, a catalisar atenções e gerar mudanças.
Os movimentos pelo voto feminino, iniciados ainda no século XIX em diversos países, fomentaram uma divisão mais equânime de poder entre os sexos, que passou a fazer parte das reivindicações dos movimentos de mulheres no século passado.
Essas iniciativas, que se consolidaram em escala mundial, ao menos nas sociedades ocidentais, fazem com que o feminismo possa ser apontado hoje como o movimento social mais relevante do século XX, aquele que mais amplamente alterou o cotidiano e os valores em um grande número de sociedades. Se atualmente é comum encontrar mulheres nas mais diversas atividades profissionais, vê-las decidindo sobre suas vidas e saber que são, inclusive, o sexo com maior percentual de escolaridade no país, deve-se considerar que tais mudanças ocorreram em um período bastante curto (considerando o tempo na dimensão histórica) o que faz com que muitos desses processos ainda estejam em curso, se consolidando enquanto prática social na vida cotidiana de mulheres e homens.
E, sabe-se, sempre há resistência a mudanças, tanto no plano teórico, nas idéias e conceitos, quanto na dimensão práti...





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