Harvey, david. o enigma do capital: e as crises do capitalismo. tradução de joão alexandre peschanski. são paulo, sp: boitempo, 2011. 224p. Reportar como inadecuado




Harvey, david. o enigma do capital: e as crises do capitalismo. tradução de joão alexandre peschanski. são paulo, sp: boitempo, 2011. 224p. - Descarga este documento en PDF. Documentación en PDF para descargar gratis. Disponible también para leer online.

Caderno CRH 2012, 25 66

Autor: Fabiane Santana Previtali

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=347632239015


Introducción



Caderno CRH ISSN: 0103-4979 revcrh@ufba.br Universidade Federal da Bahia Brasil Santana Previtali, Fabiane HARVEY, David.
O Enigma do Capital: e as crises do capitalismo.
Tradução de João Alexandre Peschanski.
São Paulo, SP: Boitempo, 2011.
224p. Caderno CRH, vol.
25, núm.
66, septiembre-diciembre, 2012, pp.
623-624 Universidade Federal da Bahia Salvador, Brasil Disponible en: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=347632239015 Cómo citar el artículo Número completo Más información del artículo Página de la revista en redalyc.org Sistema de Información Científica Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Proyecto académico sin fines de lucro, desarrollado bajo la iniciativa de acceso abierto Fabiane Santana Previtali Fabiane Santana Previtali David Harvey, geógrafo e professor de antropologia na City University of New York (Cony), coloca ao alcance de estudiosos e também do grande público uma obra audaciosa, fruto de uma análise crítica e rigorosa sobre o modo pelo qual o capital se movimenta em busca do lucro, buscando superar todas as barreiras que aparecem em seu caminho e submetendo toda a sociabilidade humana à lógica da acumulação. Para Harvey, o sistema de capital é orientado para a expansão e a acumulação.
Daí a necessidade de as empresas capitalistas estarem sempre em busca de novos mercados, redefinindo os espaços e formas de relação com a natureza, visando ao objetivo primeiro de melhor e mais eficiente controle do capital sobre a produção do valor.
O resultado é o que ele chama de “compressão do tempo-espaço”, isto é, um mundo onde o capital se move cada vez mais rápido e as distancias são compactadas (p.
131). O autor, como já vem demonstrando em seus últimos trabalhos, entre eles A Condição Pós-Moderna (1992, Loyola), realiza, em sua última obra, um estudo sobre o fluxo do capital que, num processo de mundialização crescente, territorialização e desterrito...





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