A cor do abandono: as crianças em situação de rua no recife na citadura civil ‐ militar 1964-1985 Reportar como inadecuado




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Revista Tempo e Argumento 2015, 7 14

Autor: Humberto da Silva Miranda

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=338139485007


Introducción



Revista Tempo e Argumento E-ISSN: 2175-1803 tempoeargumento@gmail.com Universidade do Estado de Santa Catarina Brasil da Silva Miranda, Humberto A cor do abandono: as crianças em situação de rua no Recife na Citadura Civil Militar (1964-1985) Revista Tempo e Argumento, vol.
7, núm.
14, enero-abril, 2015, pp.
155-179 Universidade do Estado de Santa Catarina Florianópolis, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=338139485007 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto e‐ISSN 2175‐1803                  A cor do abandono: as crianças em situação de rua no Recife na  Citadura Civil‐Militar (1964‐1985)          Resumo  A  historiografia  registra  que  o  cenário  urbano  do  Recife,  durante  a  ditadura  civil‐militar  (1964‐1985),  foi  marcado  por  crescimento  econômico  e  aumento  das  desigualdades  sociais.  A  cidade  que  crescia,  convivia  com  a  presença  de  meninos  e  meninas,  em  situação  de  abandono,  que  ocupavam  as  ruas  e  avenidas  e  faziam  do  espaço  público  local de trabalho e morada. A questão do abandono passou  a  ser  propagada  na  imprensa  local  e  nacional.  Para  o  Diário  de  Pernambuco,  o  abandono  tinha  uma  cor:  sépia,  que  descoloria  o  cenário  da  cidade.  Neste  artigo,  pretendo  analisar como o discurso do abandono e as políticas públicas  de  assistência  foram  construídas  nesse  período  sócio‐ histórico.  A  partir  desse  objetivo,  proponho  construir  uma  conexão  com  a  atuação  da  Febem  em  Pernambuco,  instituição fundada no primeir...





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