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Tania Maria Freitas de Barros Maciel ;Caderno de Geografia 2016, 26 45

Autor: Ciro de Sousa Vale

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=333243260016


Introducción



Caderno de Geografia ISSN: 0103-8427 cadernodegeografia@pucminas.br Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Brasil de Sousa Vale, Ciro; Freitas de Barros Maciel, Tania Maria Áreas malditas: a estigmatização de espaços urbanos Caderno de Geografia, vol.
26, núm.
45, 2016, pp.
255-267 Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Belo Horizonte, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=333243260016 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto ISSN 2318-2962 Caderno de Geografia, v.26, n.45, 2016 Áreas malditas: a estigmatização de espaços urbanos Damn areas: the stigmation of urban spaces Ciro de Sousa Vale Graduado em Geografia pela UFJF e mestre em Ciência Ambiental pela UFF.
Doutorando em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social pela UFRJ. vale.huk@bol.com.br Tania Maria Freitas de Barros Maciel Pós-doutora pelo L Institut d Etudes Politiques de Paris Sciences Po.
Professora Associada da Universidade da UFRJ. taniabm@gmail.com.br Artigo recebido para revisão em 09-08-2015 e aceito para publicação em 25-09-2015 Resumo Existem áreas urbanas que se apresentam no imaginário coletivo como zonas de significado obscuro e inquietador, sendo, portanto, espaços desvalorizados socialmente, tais como asilos, cemitérios, necrotérios, hospitais, presídios, lixões, albergues e zonas de prostituição, e que são vistas como “áreas malditas”, apesar de serem ligadas a realidades inalienáveis da vida social como a morte, a loucura, a velhice, a criminalidade, o lixo e o erotismo.
Neste artigo, interessou-nos investigar, especificamente, o espaço dos cemitérios e das zonas de prostituição.
Segundo nossa hipótese, a “maldição” que tais áreas carregam se lig...





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