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Latif Antonia Cassab ;Textos & Contextos Porto Alegre 2007, 6 1

Autor: Ana Paula Fante

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321527160002


Introducción



Textos & Contextos (Porto Alegre) E-ISSN: 1677-9509 textos@pucrs.br Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Brasil Fante, Ana Paula; Cassab, Latif Antonia Convivência familiar: um direito à criança e ao adolescente institucionalizado Textos & Contextos (Porto Alegre), vol.
6, núm.
1, enero-junio, 2007, pp.
154-174 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Porto Alegre, RS, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=321527160002 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Convivência familiar: um direito à criança e ao adolescente institucionalizado (Family Living: a right for institucionalized child and adolescent) Ana Paula Fante Latif Antonia Cassab* Resumo – Criança e adolescente são sujeitos de direitos, protegidos por determinadas garantias legais, dentre elas a convivência familiar, a qual se entende como primordial para um desenvolvimento pleno e digno.
Por vezes, esse direito é violado, uma vez que a família é desprotegida pelo Estado e pela sociedade civil, na maioria das vezes, pela ausência de políticas sociais efetivas, não alcançando a condição mínima de prover as necessidades básicas de seus membros, situando-se em uma situação de risco, principalmente para a criança e o adolescente.
Nestas condições, há a possibilidade da institucionalização da criança e-ou do adolescente, que pode perdurar durante anos, entre as inúmeras tentativas para mantê-los com a família biológica.
Nesse período em que criança e-ou adolescente permanecem institucionalizados, o tempo não fica estático.
Os mesmos se desenvolvem e, após um período significativo, sua situação é resolvida, mediante duas possibilidades: voltar à família biológi...





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