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PÂMELA CALDART ; PATRÍCIA KRIEGER GROSSI ;Textos & Contextos Porto Alegre 2010, 9 1

Autor: ÂNGELA C. B. PRATINI SEGER

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321527166012


Introducción



Textos & Contextos (Porto Alegre) E-ISSN: 1677-9509 textos@pucrs.br Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Brasil PRATINI SEGER, ÂNGELA C.
B.; CALDART, PÂMELA; KRIEGER GROSSI, PATRÍCIA Desvelando a violência contra as crianças em um hospital universitário: desafios para o Serviço Social Textos & Contextos (Porto Alegre), vol.
9, núm.
1, enero-junio, 2010, pp.
118-131 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Porto Alegre, RS, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=321527166012 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Desvelando a violência contra as crianças em um hospital universitário: desafios para o Serviço Social Unveiling violence against children in a university hospital challenges for social work ÂNGELA C.
B.
PRATINI SEGER* PÂMELA CALDART PATRÍCIA KRIEGER GROSSI  RESUMO – O artigo aborda as diferentes expressões da violência contra a criança com base em levantamento de 39 registros em atendimentos realizados no período de janeiro a outubro de 2008 na Internação Pediátrica e na Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrico de Hospital Universitário, pela Residente de Serviço Social.
Trata-se de um estudo retrospectivo de caráter qualitativo baseado numa pesquisa documental norteada pelo método dialético, levando em consideração aspectos sociodemográficos, situação habitacional, constituição familiar, rede de apoio, participação e-ou omissão dos responsáveis pela criança e diversas outras formas de violência.
O resultado aponta para a suspeita de que crianças do sexo masculino, de um a três meses de idade, de etnia negra, estão entre as que mais sofrem. Negligência familiar intencional (79%), negligência não i...





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