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Fabiana Cristina Pimenta ; Miyeko Hayashida ; Elaine Drehmer de Almeida Cruz ; Silvia Rita Marin da Silva Canini ; Elucir Gir ;Revista Latino-Americana de Enfermagem 2011, 19 2

Autor: Josely Pinto de Moura

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=281421955014


Introducción



Revista Latino-Americana de Enfermagem ISSN: 0104-1169 rlae@eerp.usp.br Universidade de São Paulo Brasil Pinto de Moura, Josely; Pimenta, Fabiana Cristina; Hayashida, Miyeko; Drehmer de Almeida Cruz, Elaine; Marin da Silva Canini, Silvia Rita; Gir, Elucir A colonização dos profissionais de enfermagem por Staphylococcus aureus Revista Latino-Americana de Enfermagem, vol.
19, núm.
2, abril, 2011, pp.
Tela 1-Tela 7 Universidade de São Paulo São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=281421955014 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Rev.
Latino-Am.
Enfermagem Artigo Original 19(2):[07 telas] mar-abr 2011 www.eerp.usp.br-rlae A colonização dos profissionais de enfermagem por Staphylococcus aureus Josely Pinto de Moura1 Fabiana Cristina Pimenta2 Miyeko Hayashida3 Elaine Drehmer de Almeida Cruz4 Silvia Rita Marin da Silva Canini5 Elucir Gir6 Este é um estudo transversal e teve como objetivo investigar a presença de Staphylococcus aureus na saliva da equipe de enfermagem de um hospital escola, do interior paulista.
Foram coletadas três amostras da saliva de 351 indivíduos, com intervalo de dois meses.
Todos os aspectos éticos foram contemplados.
Em 867 (82,3%) culturas não houve identificação de Staphylococcus aureus na saliva, em 88 (17,7%) culturas foi isolado Staphylococcus aureus, sendo 26 (2,5%) resistentes à meticilina.
A prevalência de profissionais colonizados por Staphylococcus aureus foi de 41,0% (144-351), dos quais 7,1% (25-351) foram caracterizados como Staphylococcus aureus resistentes à meticilina.
Os carreadores transitórios representaram 81,2% e os persistentes 18,8%.
A resistência à mupirocina foi de 73,1% entre os resistentes à meticilina e 9,3% nos se...





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