Do uso corporativo ao uso subversivo do território nos países periféricos Report as inadecuate




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MercatorRevista de Geografia da UFC 2011, 10 23

Author: Francisco das Chagas do Nascimento Júnior

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=273621468005


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Mercator - Revista de Geografia da UFC E-ISSN: 1984-2201 edantas@ufc.br Universidade Federal do Ceará Brasil das Chagas do Nascimento Júnior, Francisco DO USO CORPORATIVO AO USO SUBVERSIVO DO TERRITÓRIO NOS PAÍSES PERIFÉRICOS Mercator - Revista de Geografia da UFC, vol.
10, núm.
23, septiembre-diciembre, 2011, pp.
49-58 Universidade Federal do Ceará Fortaleza, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=273621468005 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto www.mercator.ufc.br DOI: 10.4215-RM2011.1023.
0004 DO USO CORPORATIVO AO USO SUBVERSIVO DO TERRITÓRIO NOS PAÍSES PERIFÉRICOS the corporate use and the subversive use of territory in peripheral countries Prof.
Ms.
Francisco das Chagas do Nascimento Júnior. Doutorando da Pós-Graduação em Geografia - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoRio Claro Avenida 24, 1515, Bela Vista, Rio Claro (SP), Brasil Tel: ( 55 19) 3523 3707 - fnascimentojr@uol.com.br Resumo Este texto apresenta uma reunião de idéias e conceitos com o intuito de contribuir para uma interpretação crítica da formação territorial nos países periféricos.
Como pressuposto teórico recorre-se a noção de território usado elaborada pelo geógrafo Milton Santos (1994).
Para este eminente pensador brasileiro o território usado pode ser entendido como sinônimo de espaço banal, o espaço de todos os atores.
Revisitando as distintas lógicas que regem a relação entre sociedade e território a partir das condições ideológicas imanentes ao processo de globalização, buscamos reconhecer os novos paradoxos e contradições que envolvem o uso do território.
Por fim, afirma-se a unidade do movimento que antepõe a racionalidade hegemônica às contra-r...





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