Centralidade municipal e interação estratégica na decisão de gastos públicos em saúde Reportar como inadecuado




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Ademir Clemente ; Fátima de Souza Freire ; Jorge Eduardo Scarpin ;Revista de Administração PúblicaRAP 2016, 50 4

Autor: Robson Fernandes Soares

Fuente: http://www.redalyc.org/


Introducción



Revista de Administração Pública - RAP ISSN: 0034-7612 rap@fgv.br Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas Brasil Fernandes Soares, Robson; Clemente, Ademir; de Souza Freire, Fátima; Scarpin, Jorge Eduardo Centralidade municipal e interação estratégica na decisão de gastos públicos em saúde Revista de Administração Pública - RAP, vol.
50, núm.
4, julio-agosto, 2016, pp.
563-585 Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=241046758003 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Centralidade municipal e interação estratégica na decisão de gastos públicos em saúde Robson Fernandes Soares Universidade Positivo (UP) - Programa de Mestrado e Doutorado em Administração Curitiba — PR - Brasil Ademir Clemente Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Programa de Pós-graduação em Contabilidade Curitiba — PR - Brasil Fátima de Souza Freire Universidade de Brasília (UnB)- Programa de Pós-graduação em Ciências Contábeis Brasília — DF - Brasil Jorge Eduardo Scarpin Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Programa de Pós-graduação em Contabilidade Curitiba — PR - Brasil Este artigo examina a influência que os municípios catarinenses exercem uns sobre outros nas decisões de gasto com saúde no ano de 2010.
Partindo da teoria dos lugares centrais, tem-se como ponto focal a ideia de que há relações verticais entre municípios centrais e periféricos, principalmente em relação aos serviços mais específicos, como os hospitalares.
Argumenta-se que esse tipo de interação vertical ocorre simultaneamente com a interação horizontal e que, quando a primeira é desconsiderada...





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