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Lucia Bricks ;Revista Paulista de Pediatria 2009, 27 1

Autor: Luiza Helena Falleiros-Carvalho

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038928018


Introducción



Revista Paulista de Pediatria ISSN: 0103-0582 rpp@spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Brasil Falleiros-Carvalho, Luiza Helena; Bricks, Lucia OPV: até quando? Revista Paulista de Pediatria, vol.
27, núm.
1, marzo, 2009, pp.
115-116 Sociedade de Pediatria de São Paulo São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=406038928018 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Carta ao editor OPV: até quando? E m número anterior dessa revista, em excelente artigo de revisão por Bricks(1), foram analisadas com profundidade as estratégias propostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no que se refere à utilização das vacinas contra poliomielite. Esse tema tem sido discutido também por outros autores. Recentemente foi abordada com bastante abrangência a questão do uso da vacina inativada contra poliomielite (IPV) como preferível nos calendários de vacinação, no sentido de conseguir, nos países em desenvolvimento, uma proteção e resposta sorológica adequadas, sem interferências de outros fatores, e de prevenir as complicações do vírus mutante em decorrência da utilização da vacina atenuada oral contra a doença (OPV)(2). Mas o problema continua pendente, nem sequer discutido no Brasil, que se mantém em espera.
Em 1988, contabilizava-se um total de 350 mil casos de poliomielite paralítica por ano no mundo, incidindo em 125 países. Chegamos ao final de 2007 com 1.936 casos no ano, 1.869 em quatro países endêmicos e 67 casos em seis países não-endêmicos, com o vírus reintroduzido. Nesse processo de erradicação, as clássicas vacinas trivalentes atenuadas orais (tOPV) contra poliomielite tiveram um papel fundamental, pela possibilidade de imunidade de re...





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