Saúde, gênero e reconhecimento no trabalho das professoras: convergências e diferenças no brasil e na frança Reportar como inadecuado




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Régine Bercot ; Chantal Horellou-Lafarge ; Mary Yale Neves ; Simone Oliveira ; Lucia Rotenberg ;PhysisRevista de Saúde Coletiva 2014, 24 2

Autor: Jussara Brito

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=400834034014


Introducción



Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Sistema de Información Científica Brito, Jussara; Bercot, Régine; Horellou-Lafarge, Chantal; Yale Neves, Mary; Oliveira, Simone; Rotenberg, Lucia Saúde, gênero e reconhecimento no trabalho das professoras: convergências e diferenças no Brasil e na França Physis - Revista de Saúde Coletiva, vol.
24, núm.
2, abril-junio, 2014, pp.
589-605 Universidade do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=400834034014 Physis - Revista de Saúde Coletiva, ISSN (Versão impressa): 0103-7331 publicacoes@ims.uerj.br Universidade do Estado do Rio de Janeiro Brasil Como citar este artigo Número completo Mais informações do artigo Site da revista www.redalyc.org Projeto acadêmico não lucrativo, desenvolvido pela iniciativa Acesso Aberto Saúde, gênero e reconhecimento no trabalho das professoras: convergências e diferenças no Brasil e na França | 1 Jussara Brito, 2 Régine Bercot, 3 Chantal Horellou-Lafarge, 4 Mary Yale Neves, 5 Simone Oliveira, 6 Lucia Rotenberg | Resumo: O presente artigo trata do reconhecimento do trabalho das professoras e suas implicações sobre a saúde em dois diferentes contextos econômicos e sociais: de um país da América Latina (Brasil) e de um país europeu (França).
Baseia-se, principalmente, nas contribuições teóricas da psicodinâmica do trabalho e das ciências sociais, apresentando exemplos oriundos de diversas pesquisas.
Observa-se que, apesar das diferenças em relação às condições laborais das professoras nos dois países, o não reconhecimento de seu trabalho está presente em ambos os contextos.
Os baixos salários (mesmo considerando-se as especificidades de cada um desses contextos) e a falta de valorização dos esforços feitos no cotidiano profissional são a prova disso.
No entanto, na França, o mal-estar das professoras advém, sobretudo, de dúvidas sobre a ...





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