Violência e ausência de psicólogos nas escolas Reportar como inadecuado




Violência e ausência de psicólogos nas escolas - Descarga este documento en PDF. Documentación en PDF para descargar gratis. Disponible también para leer online.

PhysisRevista de Saúde Coletiva 2014, 24 1

Autor: Marília Etienne Arreguy

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=400834033013


Introducción



Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Sistema de Información Científica Etienne Arreguy, Marília Violência e ausência de psicólogos nas escolas Physis - Revista de Saúde Coletiva, vol.
24, núm.
1, enero-marzo, 2014, pp.
229-252 Universidade do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=400834033013 Physis - Revista de Saúde Coletiva, ISSN (Versão impressa): 0103-7331 publicacoes@ims.uerj.br Universidade do Estado do Rio de Janeiro Brasil Como citar este artigo Número completo Mais informações do artigo Site da revista www.redalyc.org Projeto acadêmico não lucrativo, desenvolvido pela iniciativa Acesso Aberto Violência e ausência 229 de psicólogos nas escolas | 1 Marília Etienne Arreguy | Resumo: Procuramos refletir sobre a prioridade da práxis psicológica no espaço escolar regional, analisando suas nuances e identificando os impasses que dificultam o trabalho psicológico em escolas regulares.
No intuito de responder à questão surgida no decurso de dez anos lecionando o tema, investigamos: qual seria a dimensão prática da disciplina “Psicologia da Educação”? Para tanto, foram também executadas as seguintes atividades em campo: observações diretas e entrevistas semiestruturadas com psicólogos, pedagogos e outros profissionais que atuam em escolas públicas e privadas das cidades de Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo e Itaboraí.
Em um ensaio teóricodescritivo, relatamos os principais problemas encontrados: a enorme carência de psicólogos atuando em escolas e alguns aspectos da violência nesse contexto.
Constatação igualmente pregnante foi a de que o trabalho de psicólogos em escolas constitui um paradoxo: o pedido de atuação em favor da emergência da palavra versus as resistências por parte da própria instituição de ensino que, de modo subliminar, “encomenda” o silenciamento, a adaptação e a corr...





Documentos relacionados