Medicalização: uma crítica impertinente? Reportar como inadecuado




Medicalização: uma crítica impertinente? - Descarga este documento en PDF. Documentación en PDF para descargar gratis. Disponible también para leer online.

Camila de O. Rodrigues ; Fabrício D. da Costa ; Henrique S. Andrade ;PhysisRevista de Saúde Coletiva 2015, 25 4

Autor: Sérgio R. Carvalho

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=400844481011


Introducción



Physis - Revista de Saúde Coletiva ISSN: 0103-7331 publicacoes@ims.uerj.br Universidade do Estado do Rio de Janeiro Brasil Carvalho, Sérgio R.; de O.
Rodrigues, Camila; da Costa, Fabrício D.; Andrade, Henrique S. Medicalização: uma crítica (im)pertinente? Physis - Revista de Saúde Coletiva, vol.
25, núm.
4, octubre-diciembre, 2015, pp.
12511269 Universidade do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=400844481011 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Medicalização: 1251 uma crítica (im)pertinente? | 1 Sérgio R.
Carvalho, 2 Camila de O.
Rodrigues, 3 Fabrício D.
da Costa, 4 Henrique S.
Andrade | Resumo: No artigo, interrogamos o conceito de medicalização, explorando as possibilidades abertas pelos escritos de Michel Foucault.
A partir desse referencial, buscamos analisar a Medicina enquanto uma estratégia de saber e poder que responde a múltiplos e variados interesses em disputa no campo social.
Realizamos breve levantamento sobre algumas concepções centrais concernentes à tradição crítica do fenômeno da medicalização e procuramos, sob a influência dos estudos arqueogenealógicos foucaultianos, repensar algumas dessas afirmações. Dialogamos, complementarmente, com autores que vêm realizando, no Brasil e no exterior, um esforço de reflexão crítica sobre a medicalização, discutindo, entre outros, o uso genérico do conceito, seu caráter produtivo, a inexistência de um sentido a priori e a atualização do fenômeno nos dias atuais através da proposição do conceito de biomedicalização. Concluímos destacando a existência de uma multiplicidade de leituras e formulações sobre o conceito de medicalização, reconhecen...





Documentos relacionados