Teoria feminista, agência e sujeito liberatório: algumas reflexões sobre o revivalismo islâmico no egipto Reportar como inadecuado




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Etnográfica 2006, 10 1

Autor: Saba Mahmood

Fuente: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=372339147007


Introducción



Etnográfica ISSN: 0873-6561 etnografica@cria.org.pt Centro em Rede de Investigação em Antropologia Portugal Mahmood, Saba Teoria feminista, agência e sujeito liberatório: algumas reflexões sobre o revivalismo islâmico no Egipto Etnográfica, vol.
10, núm.
1, mayo, 2006, pp.
121-158 Centro em Rede de Investigação em Antropologia Lisboa, Portugal Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=372339147007 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Other feminisms? TEORIA FEMINISTA, AGÊNCIA E SUJEITO LIBERATÓRIO: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O REVIVALISMO ISLÂMICO NO EGIPTO Saba Mahmood Este artigo defende uma separação entre a noção de agência e a de resistência como um passo necessário para pensar as formas de vontade e política que não se adequam às normas seculares e liberais feministas.
Através de uma análise das práticas de um movimento pietista feminino, integrado no revivalismo islâmico no Egipto, este artigo sugere que a agência é melhor entendida através do paradoxo da subjectivação: um processo que não só assegura a subordinação do sujeito às relações de poder, mas também produz os meios através dos quais ele se transforma numa entidade autoconsciente e num agente.
Nesta perspectiva, a agência não é simplesmente um sinónimo de resistência a relações de dominação, mas também uma capacidade para a acção facultada por relações de subordinação específicas.  PALAVRAS-CHAVE: agência, embodiment, feminismo, Islão, resistência, autonomia Nas duas últimas décadas, uma das questões que mais preocupou as intelectuais feministas foi a de pensar como as questões da especificidade histórica e cultural podem afectar tanto a análise como a política de qua...





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